Outro problema grave que afeta a todos diretamente é a bateria, com média de cinco horas de duração, uma queda significativa em comparação ao seu predecessor, que durava cerca de 10 horas. Um teste do site Gamekult afirmou que a bateria do Nintendo 3DS, com luminosidade no máximo, WiFi ligado, rodando um jogo apenas nos menus automáticos, dura cerca de 2:51 horas, um número não muito agradável para os jogadores. Para a bateria durar mais, é preciso que se desligue (ou ao menos diminua) o efeito 3D e a iluminação, o que torna o aparelho não mais que um DS com gráficos superiores. Telas pretas de erro só aumentam a lista de problemas iniciais e ajudam nessa possível tendência a uma queda acentuada de vendas.
Para o público menos apegado a games, existem preocupações similares. Parte delas diz respeito a um certo ar de sensacionalismo que camadas da mídia colocam em suas matérias, como em duas reportagens do jornal The Sun (1e 2), que pintam as funções 3D do portátil como uma ameaça a saúde. Embora possuindo um tom alarmista, é natural que esse tipo de informação influencie a decisão de compra de diversas pessoas. O tabloide britânico chegou a dizer em outra reportagem publicada em 5 de abril, que “os níveis de devolução do 3DS são recordes”, já que o portátil está causando dores de cabeça e tontura em “milhares de pessoas”. A Nintendo nega todos os problemas.
By: DoUgLaS
Esse "fiasco" mostra que o publico está de saco cheio de torrar a grana num aparelho caro, pra pouco tempo depois a empresa desse mesmo aparelho, lançar outro com mais recursos.
E a Apple que não seja besta em vir com um Ipad 3 agora...